
Mariana Quaresma Manita
Desde adolescente, prefiro histórias reais à ficção; sempre me fascinou entender como as pessoas pensam e fazem suas escolhas. Essa curiosidade me guiou para as áreas de comunicação, design e marketing de livrarias, onde vi de perto o poder transformador de uma narrativa bem contada.
Cresci ouvindo minhas avós e, mais tarde, a maternidade aprofundou em mim o valor da escuta e da memória. Também vivi a perda precoce de alguém querido, o que me fez desejar profundamente que essa pessoa tivesse deixado suas palavras escritas para o filho.
Recentemente, no meu clube do livro, entendi que a escrita cura tanto quem escreve quanto quem lê. O Eu Conto surgiu em uma conversa entre amigas, no exato dia em que outra pessoa me pediu ajuda para registrar sua biografia: tudo fez sentido. Vimos ali a chance de ajudar pessoas a eternizarem seus momentos especiais.
Desejo que a sua jornada entre a escrita e a leitura das suas memórias reais seja enriquecedora e muito bem aproveitada.

