Eu Conto
Eu Conto

O presente mais emocionante que alguém pode receber

Três amigas, muitas histórias e um sonho

O Eu Conto surgiu do desejo de três amigas de criar algo genuinamente humano e capaz de unir pessoas através de histórias de vida. A proposta central é que escrever memórias tem poder transformador, enriquece quem conta e inspira quem lê.

Conheça quem está nos bastidores para ajudar você a eternizar sua história.

Mariana Quaresma Manita

Mariana Quaresma Manita

Desde adolescente, prefiro histórias reais à ficção; sempre me fascinou entender como as pessoas pensam e fazem suas escolhas. Essa curiosidade me guiou para as áreas de comunicação, design e marketing de livrarias, onde vi de perto o poder transformador de uma narrativa bem contada.

Cresci ouvindo minhas avós e, mais tarde, a maternidade aprofundou em mim o valor da escuta e da memória. Também vivi a perda precoce de alguém querido, o que me fez desejar profundamente que essa pessoa tivesse deixado suas palavras escritas para o filho.

Recentemente, no meu clube do livro, entendi que a escrita cura tanto quem escreve quanto quem lê. O Eu Conto surgiu em uma conversa entre amigas, no exato dia em que outra pessoa me pediu ajuda para registrar sua biografia: tudo fez sentido. Vimos ali a chance de ajudar pessoas a eternizarem seus momentos especiais.

Desejo que a sua jornada entre a escrita e a leitura das suas memórias reais seja enriquecedora e muito bem aproveitada.

Marianne Mendes Webber

Marianne Mendes Webber

Tenho uma carreira jurídica internacional que me levou a morar em alguns países, e hoje vivo no exterior. Mas é Curitiba, onde nasci e me formei, que me devolve ao prumo. Volto sempre que posso, pela família, pelos amigos e pelo meu sobrinho. Mesmo de longe, não solto a mão do Brasil: carrego a cultura brasileira por onde passo.

A ideia do Eu Conto veio da minha avó e madrinha, Conchita Toniollo. Em 1966, foi a primeira mulher a entrar na magistratura do Paraná por concurso público. Mãe de duas filhas e desquitada numa época em que isso era fora do comum, ela não aceitou o "não" e chegou a desembargadora. Baixinha, bem-humorada e determinada, despachava da própria cama, com a casa tomada de processos. A família repete suas histórias até hoje.

O problema é que ela nunca escreveu nenhuma delas. Esse livro que ficou faltando é o motivo do Eu Conto existir: ninguém deveria perder as histórias que importam.

Rebecca Rafart de Seras Hoffmann Debone

Rebecca Rafart de Seras Hoffmann Debone

Advogada e administradora, trabalhei muitos anos com cultura no serviço público e Deus me deu mais uma missão: sou fundadora do Instituto Ipê, uma organização sem fins lucrativos que cuida de crianças com AME – Atrofia Muscular Espinhal. Sou casada com o Guga e mãe do Francisco e do João, os três amores da minha vida.

A ideia de criar o Eu Conto surgiu a partir de uma experiência muito marcante: quando minha avó, que era também minha melhor amiga, enfrentou um câncer, minha tia reuniu suas memórias em um lindo livro. Ao ver sua história preservada — uma trajetória rica que incluiu a Guerra Civil Espanhola e tantos outros acontecimentos extraordinários — percebi o valor inestimável de registrar as histórias de quem amamos.

Foi dessa experiência que nasceu o desejo de ajudar outras famílias a preservar suas memórias e legados para as próximas gerações. Um de nossos primeiros clientes foi meu pai, e o que ressignificamos em nossas conversas e gravações para escrever seu livro valeu por anos de terapia!

As duas Maris que trabalham comigo (Mari Webber, minha amiga desde o maternal!) dividem esse sonho de fortalecer os laços entre gerações.